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Qual o valor mínimo para dar de entrada em um imóvel?

Linhas de crédito para imóveis novos podem ter uma entrada de 10% do valor do imóvel. Qualquer outra linha de credito imobiliário, nas práticas atuais, gira em média de 30% de entrada. Assista ao vídeo e saiba mais:


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Imóveis subiram menos que a inflação em 2015

De acordo com o Índice Fipezap – indicador de preços de imóveis – o principal termômetro do mercado imobiliário brasileiro, produzido em parceria entre a FIPE e o ZAP Imóveis – quando se desconsidera a inflação, o metro quadrado apresentou queda de cerca de 8,5% em 2015.

Imovel x Inflação - Blog do Edmar Junior

Com o aumento do desemprego e o recuo do crédito, o ritmo da alta do preço dos imóveis teve uma esfriada, crescendo apenas 1,32% ano passado em 20  cidades brasileiras, sendo a menor alta registrada desde 2008.

Das 20 localidades que compõem o indicador, todas tiveram variação menor do que a inflação. O coordenador da pesquisa, Eduardo Zylberstajn diz que com o cenário da crise não dava para imaginar que isso seria diferente, todos os fatores que determinam o recuo dos preços estão presentes: desemprego alto, salários em queda, taxa de juros elevada e crédito escasso.

Zylberstajan estima ainda que neste ano, o índice FipeZap pode recuar até 6% mas, acredita que pode haver uma boa margem de erro haja vista que a metodologia do indicador nunca foi testada em cenários de recuo do metro quadrado como o que o Brasil passa agora.

Com a crise e a restrição de crédito para compra de casa própria, se entende uma explicação para o recuo da procura por imóveis e o reflexo disso sobre os preços. Os bancos também estão mais restritivos na concessão de financiamento devido aos saques de mais de R$ 58 bilhões registrados na caderneta de poupança.

Embora a situação não esteja favorável, Zylberstajn observa que parece que para alguns vendedores, é mais fácil subir os preços do que baixar. Quando as condições se deterioram, há aqueles que esperam mais para vender no lugar de baixar os preços”.


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Demanda por aluguel supera a de compra em 2015

São Paulo, janeiro de 2016 – Com o objetivo de analisar o comportamento e variações do mercado imobiliário, o VivaReal – portal de imóveis líder no Brasil – realiza anualmente o DMI (Dados do Mercado Imobiliário), com análises referentes a indicadores do setor imobiliário em 30 cidades brasileiras.

O índice aprontou que o valor médio do m² para aluguel no Brasil sofreu desvalorização de 5,24% durante o ano de 2015. Entre as cidades analisadas, apenas Florianópolis (+10,6%) teve valorização acima do indicador de inflação acumulado no período – IGP-M em 10,54%.

Outras sete cidades fecharam o ano com valorização no valor do m²: Joinville (+4,3%), São Caetano do Sul (+4,2%), Jundiaí (+4,0%), Porto Alegre (+3,7%), Fortaleza (+3,6%), Salvador (+1,7%) e São Bernardo do Campo (+0,8%), todas abaixo da inflação. Já as capitais que apresentaram maior queda foram Rio de Janeiro (-21,21%), João Pessoa (-11%), Recife (-8,9%), Natal (-8,5%) e Belo Horizonte (-5,0%).

Em relação a venda, em 2015, todo o país teve desvalorização de 0,35% no valor médio do m², mas entre as grandes cidades a maioria valorizou. Vitória (+9,2%), Fortaleza (+8,9%), Porto Alegre (+7,9%), Salvador (+5,7%) e Goiânia (+5,6%) foram as cinco capitais com os maiores aumentos. Apenas três cidades avaliadas pelo DMI tiveram desvalorização do m² durante o ano: Londrina (-5,1%), Rio de Janeiro (-1,3%) e Belo Horizonte (-0,3%). O valor do índice de inflação acumulada no período (IPCA) foi de 10,67%.

Durante 2015, o Brasil passou por várias mudanças, principalmente na área da economia. Foi um ano difícil, que afetou a confiança dos brasileiros no mercado. Especificamente no setor imobiliário, a oferta de crédito foi dificultada com as mudanças nas regras de financiamento. Todo esse cenário justifica a desvalorização dos valores de imóveis. É importante entender, porém, que mudanças no mercado imobiliário são de longo prazo. Os preços não sofrem quedas bruscas e correspondem as demandas locais. Cada cidade possui uma dinâmica própria”, explica Lucas Vargas, Executivo Chefe de Operações do portal VivaReal.

O estudo também apontou que 73% dos consumidores buscam imóveis de até R$ 500 mil, porém oferta para essa faixa de preço é de apenas 42%. Em contrapartida, a demanda por imóveis acima de R$ 1 milhão continua crescendo no Brasil e passou de 6% para 9% em 2015.

Demanda por aluguel supera a de compra em 2015

No ano passado, o mercado imobiliário sentiu diretamente o impacto da crise econômica do país. Após as alterações das regras de crédito imobiliário por bancos importantes, como Caixa Econômica Federal, o número de imóveis financiados caiu 56% no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip).

Desde 2013, o VivaReal faz um comparativo entre a demanda de venda e aluguel. No final de 2015, pela primeira vez a procura por imóveis para locação ultrapassou a procura por imóveis para compra. “Nesse cenário mais restritivo vemos uma mudança histórica na busca por imóveis. Atualmente o consumidor acredita que o aluguel é a solução enquanto espera a retomada da economia e mais facilidade com o crédito”, completa Vargas.

Compra x Aluguel 2015 - Blog do Edmar Junior

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Negociação

O DMI também apontou que entre os consumidores que fecharam negócio em 2015, cerca de 50% conseguiram descontos na hora da transação. A maior parte dos descontos negociados (58%) é de até 10% no valor anunciado.

Descontos Negociados 2015 - Blog do Edmar Junior

Sobre o DMI

O DMI-VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário) é um estudo realizado pelo portal VivaReal desde 2013. O objetivo do levantamento é disponibilizar informações de preço, oferta e demanda de imóveis para consumidores e profissionais do setor, tornando mais transparente o processo de aquisição/locação de um imóvel e aumentando a eficiência do mercado imobiliário. A amostra contempla 30 cidades em diferentes regiões do País e considera mais de 4 milhões de imóveis disponíveis para compra ou aluguel.

Sobre o VivaReal

VivaReal - Logomarca - Blog do Parlare

O VivaReal é um portal imobiliário que reúne anúncios de imobiliárias, incorporadoras e corretores, de mais de mil cidades brasileiras, em um só local. O portal conecta o consumidor ao imóvel ideal por meio de mais de 4 milhões de anúncios para compra e locação.

Com mais de 12* milhões de visitas por mês em seu site e aplicativos móveis, o VivaReal é líder em seu segmento de atuação e está presente com escritórios locais em 16 cidades do Brasil.

(*) Fonte: Google Analytics


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Índice FipeZap – Setembro / 2015

Preços dos imóveis mostram queda nominal mensal pela segunda vez consecutiva

Preço médio do m2 em setembro foi 0,12% menor do que em agosto; trata-se da maior queda mensal verificada na série histórica do Índice FipeZap

O Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras, registrou ligeira queda nominal (-0,12%) entre agosto e setembro. Trata-se da segunda queda nominal consecutiva do Índice FipeZap. Na comparação mensal, a queda foi observada em 8 das 20 cidades pesquisadas: Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Niterói, Goiânia e Contagem.

Apesar da nova queda, o Índice FipeZap ainda registra crescimento de 1,38% no acumulado dos 9 primeiros meses de 2015. No mesmo período, a inflação esperada para o IPCA (IBGE) é de 7,58%. Dessa maneira, o preço médio anunciado do m2 apresentou queda real de -5,76% em 2015. Com exceção de Florianópolis, todas as outras cidades que compõem o Índice FipeZap registraram variações menores do que a inflação até setembro, sendo que Niterói, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro tiveram queda nominal nesse mesmo período.

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Já no acumulado de 12 meses terminado em setembro de 2015, a variação do Índice FipeZap foi de 2,63%, ao passo que inflação esperada para o IPCA (IBGE) no período é de 9,43%. Com efeito, o preço dos imóveis apresentou queda real de 6,21% nos últimos 12 meses. Pela nona vez consecutiva, a variação do Índice FipeZap foi menor do que a inflação nessa base de comparação. Todas as cidades pesquisadas mostraram resultados menores do que a inflação nacional nessa base de comparação.

O valor anunciado do m2 médio das 20 cidades em setembro de 2015 foi de R$ 7.601. A cidade com o m2 mais caro continua sendo o Rio de Janeiro (R$ 10.538), seguida por São Paulo (R$ 8.614). Os dois municípios que apresentaram os menores preços por m2 foram Contagem (R$ 3.567) e Goiânia (R$ 4.175).

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Índice FipeZap – Agosto / 2015

Preços dos imóveis têm queda nominal na passagem de julho para agosto

No acumulado de 2015 o preço do m² ainda mostra crescimento nominal de 1,5%.

O Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras, registrou pequena queda nominal (de -0,01%) na passagem entre julho e agosto. Essa é a primeira queda nominal da série histórica do Índice FipeZap. Nessa base de comparação, 6 das 20 cidades pesquisadas mostraram queda nominal (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Niterói e Goiânia).

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No acumulado do ano, o Índice FipeZap registra um crescimento em 2015 de 1,50%, enquanto a inflação esperada para o IPCA (IBGE) no mesmo período é de 7,1%. Dessa maneira, o preço médio anunciado do m2 ampliou sua queda real para -5,2% em 2015. Com exceção de Florianópolis, todas as outras cidades que compõem o Índice FipeZap registraram variações menores do que a inflação até agosto, sendo que Niterói, Brasília e Curitiba tiveram queda nominal nesse mesmo período.

Já no período de 12 meses terminado em agosto/2015 a variação do Índice FipeZap foi de 3,32%. No mesmo período, a inflação esperada para o IPCA (IBGE) é de 9,56%. Em outras palavras, nesse período os imóveis mostraram uma queda real de 5,69%. Foi a oitava vez consecutiva em que a variação do Índice FipeZap foi menor do que a inflação nessa base de comparação. Todas as cidades pesquisadas mostraram resultados menores do que a inflação nacional nessa base de comparação.

O valor anunciado do m2 médio das 20 cidades em agosto/2015 foi de R$ 7.613. A cidade com o m2 mais caro continua sendo o Rio de Janeiro (R$ 10.593), seguida por São Paulo (R$ 8.607). Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.575) e Goiânia (R$ 4.179).

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Índice FipeZap – Julho / 2015

Valor do m2 subiu apenas 1,5% em 2015, enquanto a inflação acumulada aproxima-se de 7%; Rio de Janeiro tem mais um mês com queda nominal

O Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras, registrou aumento nominal de 4,03% no período de 12 meses terminado em julho/2015. Foi a sétima vez consecutiva em que a variação foi menor do que a inflação nessa base de comparação, configurando novamente queda real de preços. Foi também a nona vez consecutiva que o índice registrou queda real na base de comparação mensal, já que o aumento médio de 0,13% em julho foi inferior à inflação esperada de 0,58% para o mês (segundo o Boletim Focus, do Banco Central). Nessa mesma comparação dos preços anunciados de julho/2015 com o mês anterior, 5 das 20 cidades pesquisadas tiveram queda nominal (Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte, Vila Velha e Curitiba).

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No acumulado do ano, o Índice FipeZap registra um crescimento em 2015 de 1,51%, enquanto a inflação esperada para o IPCA (IBGE) no mesmo período é de 6,79%. Dessa maneira, o preço médio anunciado do m2 ampliou sua queda real para -4,94% em 2015. Com exceção de Florianópolis, todas as outras cidades que compõem o Índice FipeZap registraram variações menores do que a inflação, sendo que Niterói, Brasília e Curitiba tiveram queda nominal nesse mesmo período.

O valor anunciado do m2 médio das 20 cidades em julho/2015 foi de R$ 7.614. A cidade com o m2 mais caro continua sendo o Rio de Janeiro (R$ 10.631), seguida por São Paulo (R$ 8.602). Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.568) e Goiânia (R$ 4.183).

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Dados Inéditos do Mercado Imobiliário – 2T15

Na quinta-feira (23/07) à convite do portal imobiliário VivaReal estive presente no Hotel  InterContinental Alameda Santos, em São Paulo, para prestigiar o evento de apresentação do Relatório de Dados Inéditos do Mercado Imobiliário.

DMI - VivaReal - Blog do Parlare
Em um ambiente descontraído e propício para networking, antes de efetivamente iniciar a apresentação,  o VivaReal  ofereceu um delicioso brunch aos Corretores de Imóveis, empresários e demais profissionais presentes ao evento.

Já na apresentação, Lucas Vargas (VP Executivo do VivaReal) apresentou dados inéditos do segmento imobiliário referentes ao segundo trimestre de 2015.

Lucas Vargas - Blog do Parlare

Lucas Vargas

Veja abaixo alguns dos conteúdos inéditos que foram abordados na apresentação:

  • Momento econômico do Brasil e seu reflexo no Mercado Imobiliário;
  • Variações de preços dos imóveis em São Paulo e Região Metropolitana;
  • Onde é mais caro comprar imóvel em São Paulo;
  • Os bairros mais procurados em São Paulo pelos consumidores;
  • Cenários para o 2° semestre no setor imobiliário.

No botão abaixo estou disponibilizando o arquivo PDF da apresentação que foi utilizada por Lucas Vargas no evento:

PDF DOWNLOAD

Clique para fazer download…

O evento foi muito importante para uma melhor compreensão de aspectos macros que impactam o mercado imobiliário, sejam eles positivos ou negativos, também permitiu a geração de alguns insights ao analisar temas como oferta versus demanda e uma visão mais clara sobre perspectivas e tendências do mercado imobiliário.

Agradeço ao VivaReal pelo convite e em tempo parabenizo pela iniciativa de terem  realizado mais um evento de qualidade e que forneceu informações relevantes.

Atenciosamente,

Assinatura Parlare - CRECI


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