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Saiba como foi a Investir USA Expo | Brasileiros ignoram dólar alto e compram imóveis nos Estados Unidos

Nos dias 17 e 18/03/2015 aconteceu na cidade de São Paulo, no Centro de Convenções Rebouças, mais uma edição da Investir USA Expo,  eu estive lá nos dois dias e constatei o grande sucesso que foi o evento.

Investir USA Expo - Blog do Parlare

O evento contou com a presença de expositores (imobiliárias, construtoras, corretoras de câmbio etc.), profissionais e investidores.

Parlare - Daniel Rosenthal - Rony Lima Meneses - Gustavo Zanotto - Blog do Parlare

Edmar Junior (Parlare), Daniel Rosenthal (CEO da Taurus Marketing e Organizador da Investir USA Expo), Rony Lima Meneses (Diretor Executivo do Portal Marketing e Publicidade Imobiliária) e Gustavo Zanotto (Diretor de Inteligência Digital da IZIMOB)

Finanças e Crédito Imobiliário, Processo Imobiliário nos EUA, EB-5, Administração e Locação de Imóveis, Imigração, Tributação Internacional, Imóveis Novos na Construção x Imóveis de Revenda, Destinos Imobiliários dos EUA (Miami, Orlando, New York etc.), Investimento Internacional em Imóveis com Rendimento, Imóveis Comerciais, Câmbio, Expansão de Negócio para Flórida e Introdução de Filhos no Sistema Escolar dos EUA foram temas abordados e amplamente discutidos durante as palestras ministradas no evento.

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Além de todos os temas abordados nas palestras, o evento ainda reservou em sua programação um painel de discussão para profissionais do mercado imobiliário, onde os participantes tiveram possibilidade de entender com mais detalhes como iniciar a comercialização de imóveis nos EUA, como encaminhar clientes para os parceiros norte-americanos etc.

Edmar Junior (Parlare)


Confira também matéria originalmente publicada em Exame.com

Brasileiros ignoram dólar alto e compram imóveis nos Estados Unidos

For Sale - Blog do Parlare

Crédito: Andy Dean/ThinkStock

Por Priscila Yazbek

São Paulo – O alto patamar do dólar não tem sido páreo para frear a compra de imóveis nos Estados Unidos pelos brasileiros, ou ao menos por aqueles que têm bala para isso.

Nesta semana foi realizada a quinta edição da feira Investir USA Expo, que bateu seu recorde de público, com 2.500 participantes. Mas, o mais curioso é que a feira registrou um volume de negócios mais de três vezes maior do que no ano passado.

Em março de 2014, quando o dólar estava na casa dos 2,30 reais, a segunda edição da feira registrou uma movimentação de 10 milhões de dólares. Nesta última edição, com o dólar a 3,23 reais (cotação do dia 17/03), a feira movimentou 32 milhões de dólares.

O volume de negócios desta semana também superou as movimentações registradas na quarta edição da feira, em novembro de 2014, quando os participantes gastaram 15 milhões de dólares e a moeda norte-americana estava na casa dos 2,50 reais.

“Muitos negócios começam na feira e são fechados em até seis meses depois, então o volume de negócios pode ser infinitamente maior que esse. Com três horas de evento já tinha uma casa de 300 mil dólares vendida”, diz Daniel Rosenthal, diretor da Investir USA Expo.

Insatisfeitos

Segundo Rosenthal, a insatisfação com a economia brasileira explica o interesse dos brasileiros no mercado imobiliário norte-americano, ainda que o momento não seja favorável para fazer compras em dólares.

“No primeiro dia de palestra, em uma sala cheia, com 400 pessoas, eu perguntei: vocês estão aqui para investir em imóveis, mas quantos de vocês têm o objetivo de comprar imóveis e morar lá fora? 90% da plateia levantou a mão”, diz o diretor da Investir USA Expo.

Ele argumenta que, mesmo com a alta do dólar, os imóveis norte-americanos são relativamente mais baratos do que os brasileiros.

“Enquanto os imóveis de dois quartos em bairros bem localizados custam 600, 700 mil reais aqui, lá é possível encontrar casas de três quartos por 300 mil dólares em condomínios fechados e com o acabamento pronto, com aquecedor, ar-condicionado e até móveis”, afirma.

O evento foi realizado na segunda e na terça-feira pós manifestações contra o governo, no domingo, 15 de março. Para Rosenthal, os protestos elevaram o interesse na feira.

“As manifestações incentivam as buscas de imóveis lá fora. Se a gente voltar alguns meses, existia uma insegurança sobre o que ia acontecer nas eleições. Agora, a presidente Dilma foi reeleita, as pessoas ficaram mais pessimistas e, aliado a isso, tem o escândalo da Petrobras”, diz Rosenthal.


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Assinatura Edmar Junior

Post atualizado em: 27/07/2017

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Retorno de imóvel nos EUA…

Por Marcio Fenelon

A demanda por um guia de aplicações em imóveis no exterior cresceu nos últimos meses. Por conta dos problemas e incertezas na economia brasileira, vejo como uma atitude saudável ter um pedaço dos recursos investidos em moeda forte.

Já comentei em newsletter anterior sobre a operação realizada pelo Grupo Safra que comprou um super ativo: um edifício único conhecido como Gherkin em Londres. O objetivo era conseguir um fluxo de caixa em moeda forte. E, ao mesmo tempo, alavancar o desempenho operacional via aumento de aluguéis e com a chance de melhorar retornos com dívida barata.

Que tal fazer uma operação similar, encontrar seu mini Guerkin e obter um fluxo de caixa em moeda forte?

Com uma rápida olhada nas opções de imóveis americanos, você pode começar a investir com um montante de US$ 50 mil ou até menos, se preferir. É um capital bem menor do que o necessário no Brasil na maioria das vezes.

Se você der uma caprichada na seleção do imóvel e tomar decisões certas de financiamento, o retorno real (acima da inflação) no mercado americano é melhor do que a média do mercado residencial brasileiro. Eu me surpreendi com esta conclusão depois de estudar o assunto com profundidade.

Miami - Blog do Parlare

Vou repetir aqui para ficar claro. Se um imóvel aqui no Brasil está oferecendo um yield de aluguel de 0,40% ao mês, há uma expectativa de rentabilidade real de cerca de 2% ao ano acima da inflação. Um investimento normal em um imóvel na Flórida tem um retorno acima da inflação de 5% ao ano, sem nenhum truque.

Em resumo, se você não vê opções para melhorar seu yield no Brasil, dê uma olhada nas oportunidades nos EUA porque os retornos estão atraentes.

Para lhe ajudar, preparei um guia de investimento em imóveis residenciais com a finalidade de aluguel nos EUA. Muitos aspectos do mercado americano são diferentes do mercado brasileiro. Um exemplo são as despesas do imóvel. Eu explico cada diferença.

A parte tributária é complexa e por esse motivo o Dr. Eduardo Costa da Silva, do escritório Godke, Silva e Rocha Advogados, ajudou na elaboração do relatório. Listamos todas as dicas para você não entrar em uma roubada. Ao tomar as decisões erradas você pode ver boa parte do seu patrimônio sumir  pelo ralo.

E afinal, quando vale e quando não vale a pena fazer um negócio com imóveis para aluguel nos EUA? Há um critério objetivo detalhado neste relatório.

Caso decida investir nos EUA , apresentamos dicas de como escolher a região para atuar.

Por fim, a questão de financiamento. Assim como o Grupo Safra, você pode se aproveitar da situação de juros baixos. Só não demore muito porque não vai durar o resto da vida. Logo, logo os juros americanos começarão a subir por lá.

O relatório é um belo começo para quem pretende investir em imóveis nos EUA e uma grande fonte de novas ideias para quem já está operando por lá.


Como comprar imóvel nos Estados Unidos – Perguntas e Respostas

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Brasileiros insatisfeitos com política e insegurança do país invadem Miami

Pergunte a muitos brasileiros por que eles estão se mudando para o sul da Flórida e eles citarão problemas com a segurança e a fraca economia do Brasil.

Mas há outra explicação que pode ser expressa numa única palavra e que Alyce M. Robertson, diretora executiva da Agência de Desenvolvimento do Centro de Miami, ouviu com frequência numa recente viagem de negócios ao Brasil: “Dilma”.

“Depois da última eleição, conversamos com muita gente preocupada em tirar seu capital do Brasil”, disse Robertson recentemente em Miami. O que preocupa essas pessoas, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, “é principalmente a [situação] política”.

Já faz décadas que os ricos e poderosos do Brasil vêm adquirindo imóveis de luxo em Miami e comprando vorazmente nas lojas de Bal Harbour. Nos últimos meses, porém, um bom número de brasileiros reagiu à reeleição de Dilma Rousseff decidindo fincar raízes mais duradouras na região de Miami e, em menor grau, também em Orlando, Nova York e Boston.

Embora não haja dados exatos, profissionais de Miami, como corretores imobiliários, banqueiros, lojistas e advogados de imigração, dizem que um número crescente de brasileiros ricos está tentando se mudar para a região, abrir empresas lá ou procurando obter residência ou cidadania americana para si e suas famílias.

Miami - Blog do Parlare

“Eles se preocupam principalmente com a instabilidade do ambiente político no Brasil. Eles não querem ser os últimos a sair”, diz Genilde Guerra, advogada do escritório Kravitz & Guerra, em Miami.

Guerra diz que o número de telefonemas que seu escritório recebe de brasileiros em busca de ajuda para obter um visto, comprar imóveis ou abrir firmas nos Estados Unidos aumentou dez vezes desde a eleição de Dilma. E os e-mails que ela recebe solicitando informações sobre como conseguir um visto de residência permanente nos EUA, o chamado “green card”, passaram de 3 ou 4 por dia antes da eleição para 25 ou 30 logo depois.

“Eles querem ter uma segunda nacionalidade, um segundo lugar para onde ir, e os EUA são o melhor lugar para isso”, diz Guerra.

Investimento em Imóveis em outros países - Blog do Parlare

Um exemplo típico desses exilados de classe alta é a dona de casa Regina Sposito Pires, que mora em São Paulo e recentemente fez uma viagem de exploração com sua família para comprar um imóvel em Miami. Depois de pensar no assunto por algum tempo, Pires, que tem 45 anos, tomou uma decisão em 26 de outubro, quando Dilma conquistou seu segundo mandato numa eleição apertada.

“Foi como se alguém tivesse morrido”, diz Pires, mencionando sua frustração com a alta taxa de criminalidade do Brasil e a corrupção no governo. “Eu disse ao meu marido que a pouca vontade que eu tinha de ficar no Brasil tinha acabado.”

José Antônio Parada também aderiu ao êxodo. No dia seguinte à reeleição de Dilma, ele decidiu cumprir sua antiga promessa de se mudar com a família para a Flórida, onde já possui vários imóveis de investimento, devido, diz ele, à questão política e a falta de segurança.

“Estou muito preocupado com a proximidade entre o governo [brasileiro] e outros como Venezuela e Cuba”, diz Parada, um corretor de câmbio de 48 anos, acrescentando que sua residência em São Paulo foi arrombada duas vezes, uma delas quando ele estava em casa.

Dos 200 milhões de habitantes do Brasil, quase 3 milhões vivem hoje fora do país, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores relativos a 2013. Cerca de um terço desses emigrados estão nos EUA. Firmas que monitoram brasileiros que fazem negócios na Flórida estimam que haja, hoje, entre 250 mil e 300 mil brasileiros morando no Estado.

Os brasileiros também representam a maioria dos turistas de Miami, tendo chegado em 2013 a uma proporção de 51% do total.

Essa nova leva de imigrantes brasileiros, porém, tende a se diferenciar das anteriores. Nos anos 80 e 90, o desemprego e a inflação alta impeliram milhares de brasileiros a mudar-se para os EUA. Muitos conseguiram empregos não qualificados e enviavam para o Brasil o máximo de dinheiro possível.

Hoje, os novos imigrantes brasileiros são mais inclinados a levar sua riqueza com eles. À semelhança de outros latino-americanos, incluindo cubanos, colombianos e venezuelanos, os brasileiros há muito consideram Miami um lugar seguro para guardar seu dinheiro durante períodos de turbulência política e econômica em casa.

De fato, os brasileiros estão entre as três nacionalidades estrangeiras que mais compram imóveis caros em Miami, juntamente com argentinos e venezuelanos, cujas economias também estão com problemas. Isso acontece apesar — ou, dizem alguns, por causa — da desaceleração drástica da economia brasileira.

No ano passado, o real perdeu cerca de 20% do seu valor em relação ao dólar. A inflação do país está se aproximando da meta-limite do governo, de 6,5% ao ano, e economistas projetam um crescimento quase nulo do PIB em 2015.

É uma grande reviravolta ante a década passada, quando o boom das commodities alimentou um crescimento vigoroso e o Brasil virou uma estrela entre as economias emergentes.

O brasileiro Cristiano Piquet, que agora vende imóveis de luxo na Flórida, diz que em 2014 “não conseguimos acompanhar a demanda” dos clientes brasileiros, que vêm aumentando seus investimentos nos EUA. “Eles ganharam muito dinheiro nos últimos 12 anos e estão com os bolsos cheios”, diz.

Piquet diz que há mais brasileiros comprando e alugando imóveis residenciais e comerciais hoje em dia.

“Edifícios de escritórios, armazéns, hospitais — acabamos de vender uma [academia de ginástica] LA Fitness [em Miami] para um brasileiro”, diz Piquet. “Outro brasileiro comprou uma concessionária de automóveis. Também estão comprando terrenos e planejando construir.”

Os brasileiros que se mudam para Miami encontram, cada vez mais, os aspectos positivos da vida que deixaram para trás: não só praias e um clima tropical, mas também muitos restaurantes, boates e lojas voltadas para brasileiros.

“Não sinto tanta falta”, diz o corretor de imóveis Marco Fonseca, de 47 anos. Fonseca, que é carioca e se tornou cidadão americano em 2001, estima que 65% dos seus clientes sejam brasileiros. “Temos tudo o que precisamos aqui: filmes, canais brasileiros, supermercados brasileiros. Você pode comprar uma picanha,” diz. “Miami é a maior cidade brasileira fora do Brasil no momento.”

Publicado originalmente no The Wall Street Journal

MIAMI 2020

Estāo sendo investidos mais de 10 bilhões de dólares na transformação e renovação da área de Miami. Confira no vídeo:


Como comprar imóvel nos Estados Unidos – Perguntas e Respostas

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Visto de investidor é o mais requisitado por brasileiros no Consulado Americano

Muitos brasileiros alimentam o sonho de morar ou investir no exterior, sendo que, um destino que se destaca dentre os demais são os Estados Unidos. Apesar da vontade, uma boa parcela das pessoas é desestimulada pela burocracia inerente a esse processo.

Dentre as quatro categorias gerais de emissões de vistos permanentes que o consulado americano disponibiliza a imigrantes, o visto de investidor é o que tem sido o mais solicitado por brasileiros.  Os brasileiros gostam muito de destinos tradicionais, como Flórida, Nova Iorque e Califórnia. Mas não há diferenciação na documentação, pois os pedidos são fundamentados em leis federais, não em leis estaduais.

Miami - Blog do Parlare

Aos interessados em conseguir esse aval da lei imigratória estadunidense, o alerta é feito no próprio portal do consulado: “Aconselhamos que os solicitantes obtenham o máximo possível de informações sobre leis, regulamentos e políticas relacionadas à imigração nos EUA”. Portanto, planejamento e conhecimento da legislação local evitam imprevistos e mal entendidos que podem gerar custos inesperados ou mesmo fazer o sonho cair por terra.

Contudo, há números que comprovam que os brasileiros têm sido bem sucedidos em sua empreitada. Na Flórida, 75% dos imóveis acima de USD 500 mil, no ano passado, foram adquiridos por brasileiros. Ainda no estado, aproximadamente 47% de todos os imóveis comprados por estrangeiros vieram de terras tupiniquins. Mas um fator acaba por retardar muitas dessas aquisições: a forma de pagamento. A dificuldade de obter financiamento (que muitas vezes é decorrente da falta de conhecimento do funcionamento do mercado de financiamento imobiliário nos EUA), faz com que os investidores prefiram operações feitas com pagamento à vista, o que naturalmente requer mais tempo de reserva da quantia necessária. Porém, há bancos dispostos a conceder empréstimos a clientes brasileiros elegíveis. As taxas de juros variam de 4,5% a 6,5% ao ano. Na média, é necessária uma entrada de 30% do valor do imóvel. O processo consiste em demonstrar a capacidade de pagamento, o que é feito mediante a preparação de um dossiê que incluirá o histórico de crédito do candidato ao empréstimo, a ser apresentado a bancos americanos.

Os vistos e o Green Card

isto Americano - Blog do Parlare

A legislação americana oferece algumas opções de visto de acordo com as características do negócio que será desenvolvido pelo imigrante. As condições para obtê­-lo também variam com a nacionalidade (no caso de requerentes que tenham outra cidadania além da brasileira o visto pode ser cedido com mais facilidade) e a quantia investida.

EB­5 Visto de Imigrante Investidor (The “Million Dollar” Visa)
Este programa de Visto é destinado a pessoas que desejam obter o direito de residência permanente nos Estados Unidos e ainda ter a possibilidade de obter rendimentos com seu investimento.

Os Centros Regionais EB­5 são entidades que administram projetos de investimento estrangeiro nos EUA com a finalidade de promover o aumento do capital nacional, a criação de empregos, melhoria da produtividade regional, e um maior crescimento econômico. Para participar neste programa o investidor deve estar preparado para investir U$$ 1 milhão na economia norte americana, em setores e projetos previamente selecionados pelo Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos.

O valor do investimento pode ser reduzido para U$ 500 mil se destinado a fomentar empresas em território com baixo nível de desenvolvimento econômico (principalmente em áreas rurais) e alta taxa de desemprego.

Normalmente os centros financiam o projeto de negócio, que depois é refinanciado pelos bancos para que, finalmente, o investidor pague os financiadores. Nesta etapa, contar com respaldo de especialistas é importante. O problema aqui é escolher o EB­5 center adequado, já que há muitos que irão falir no futuro. Uma opção considerada segura, por exemplo, é a de centros que invistam no mercado imobiliário de Nova Iorque, que é muito aquecido.

Este tipo de Visto é concedido não apenas ao investidor, mas também aos seus familiares (cônjuge e filhos menores de 21 anos) e demora em média de oito a nove meses para ser concedido.

L­1 Transferência de executivos e gerentes
Com essa permissão, empresas com unidades dentro e fora dos EUA são autorizadas a transferir gerentes e profissionais chave de suas unidades no exterior para a América. Da mesma forma, este profissional pode ser usado para dar início a uma nova subsidiária ou filial em solo norte americano.

Uma grande vantagem do L­1 é que pode converter­-se em Green Card sem a necessidade do requerente passar pelo desgastante processo de Certificação do Trabalho. Normalmente o tramite para a obtenção desse Visto demora de 1 a 2 meses; que tem vigência de um ano, com possibilidade de renovação de um ano, podendo depois disso ser concedido o Green Card.

Para obter o Visto L­1 o profissional deve ter sido empregado no exterior com cargo e gestão ou possuir conhecimento altamente especializado, pelo prazo mínimo de seis meses. Igualmente ao caso anterior, cônjuge e filhos menores de 21 anos podem aderir a este tipo de visto.

E­2 Visto para Investidores de países membros de Tratados (E­2 Treaty Investor Visa)
Esta opção é destinada aos empresários que desejam abrir uma empresa em qualquer ramo de atividade nos Estados Unidos, bem como gerir e dirigir ativamente o negócio.

Tais empresários devem ser cidadãos de países que mantenham tratados de comércio e navegação com os Estados Unidos (Espanha, França, Itália, Paraguai, Argentina, por exemplo), deverão investir certa quantia em dinheiro suficiente para garantir o bom funcionamento do negócio, criar postos de trabalho e serem capazes de sustentar suas famílias ­ algo em torno de USD 50 mil a USD 60 mil seriam suficientes, dependendo do caso e da forma de ser fazer o pedido.

Por fim, é importante lembrar que este tipo de Visto, muito embora conceda a seu postulante a possibilidade de viver indefinidamente nos EUA, não significa que ela tenha conquistado a cidadania americana, pois para isto dependeria da concessão do chamado “Green Card”.

Porém, valeria a pena solicitar o Green Card uma vez que o investidor já possui visto de imigração concedido? A resposta é: depende das aspirações da pessoa. “Se o objetivo é tornar­-se residente permanente, o Green Card será a melhor opção, já que poderá levar ao pedido de cidadania. Caso contrário, ou seja, morar nos Estados Unidos por alguns anos, o melhor é algo que tenha natureza temporária, pois o solicitante poderá ter consequências tributárias negativas.

Texto originalmente publicado no InfoMoney e adaptado para o Blog do Parlare.

COMO COMPRAR UM IMÓVEL NOS ESTADOS UNIDOS

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Sabe-se que, quando o assunto é investimento imobiliário internacional, trata-se de uma grande decisão a ser tomada. A Bairro Nobre  reconhece que não é fácil, estando a quilômetros de distância do local onde irá investir, assim você precisa de muito mais motivos para confiar na empresa que está assessorando-lhe neste processo. Você precisa de uma empresa que esteja ao seu lado para resolver qualquer problema e que esta empresa tenha uma vasta experiência neste mercado.

New York - Blog do Parlare

Assim é a Bairro Nobre, independente do motivo da sua compra, a Bairro Nobre conduz você por todo o processo de compra, desde a remessa de divisas, trâmites administrativos, bancários, contábeis, tributários e até a decoração do seu imóvel.

Assessoria completa é assim, escolha seu imóvel e a Bairro Nobre tomará conta de todo o restante, sempre com excelência no atendimento para que seja recompensada com a oportunidade de realizar seus sonhos.

Saiba mais, fale com Parlare (Consultor de Investimentos Imobiliários associado à Bairro Nobre).

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