Amortização de Financiamento

Amortização significa como você vai pagar para o banco o dinheiro que você pegou emprestado, ou seja, como você abate seu financiamento mês a mês. No Brasil existem dois sistemas de amortização: o SAC e a Tabela Price. Assista ao vídeo e saiba quais são suas principais características:

Fonte: Zap


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Dica Cine | A Cabana: O Coração e a Alma do Ser Humano

TV CRECI - Blog do Parlare

O longa é uma adaptação do best-seller de mesmo título, escrito pelo autor canadense Willian P. Young.

A Cabana - Blog do Edmar Junior

A Cabana (2017)
Título original: The Shack
Estreia nos cinemas: 06 de abril

Fonte: Matéria do CRECI Informa 519 de 07/04/2017


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Dicas de Decoração por Mylena Abujamara – Organização da Despensa

A Mylena Abujamara, do A Gente Organiza, ensina como organizar sua despensa para poupar tempo e dinheiro. Confira:

Curso de Decoracao de Interiores - AM Cursos - Amanda Marques - Blog do Edmar Junior


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Entenda como sacar das contas inativas do FGTS e como investir esse valor

A partir do mês de março de 2017, aqueles que foram demitidos por justa causa ou então que tenham pedido demissão da empresa em que trabalhavam até dezembro de 2015 poderão solicitar o saque do FGTS inativo.

Resgate das Contas Inativas do FGTS - Blog do Edmar Junior

Felizmente, não há limite de saque para os trabalhadores que solicitarem. Tais valores serão liberados conforme o mês de aniversário de cada trabalhador. Segundo uma pesquisa realizada pelo app do GuiaBolso, cerca de 1,4 mil pessoas que foram selecionadas, 44,8% investirão esse valor sacado e 33,6% utilizariam esse valor para quitar contas atrasadas.

Essa medida fora divulgada pelo presidente do Brasil, Michel Temer ainda em 2016. Tal decisão fora promulgada com bases em injetar dinheiro na economia brasileira, a fim que movimentá-la. Não há necessidade de informar qual será o destino dado ao valor sacado.

Caso você tenha interesse, a Caixa Econômica Federal disponibiliza a consulta pelo telefone através do número 800 726 2017, pelo aplicativo do banco e pela internet no site: caixa.gov.br/contasinativas.

Dúvidas frequentes sobre o saque do FGTS Inativo

Como consigo saber se tenho uma conta inativa?

A Caixa Econômica Federal criou um portal somente para consulta, que pode ser acessado clicando aqui. Lá você irá preencher informações como PIS e CPF. Se quiser, pode consultar os valores no aplicativo do FGTS ou pela internet banking da Caixa.

Se for pessoalmente, pode se dirigir à uma agência Caixa e fazer a sua solicitação no terminal eletrônico.

Quem consegue sacar o FGTS inativo?

Qualquer pessoa que tenha pedido demissão ou sido mandada embora por justa causa, no período máximo de 31/12/2015. Segundo dados do Governo Federal, serão 10,1 milhões de trabalhadores brasileiros. Por contas inativas, será considerada aquela que é vinculada a um contrato de trabalho que já fora extinto, até o prazo limite que citamos anteriormente.

Para esclarecimento, uma mesma pessoa poderá sim ser detentora de várias contas inativas do FGTS devido a vários lugares em que trabalhou durante a vida e que fora registrada.

Tenho uma conta vinculada a uma antiga empresa, mas essa faliu. Tenho direito ao saque?

Segundo o banco, você tem direito sim. Isso porque segundo o entendimento deles, o contrato de trabalho já fora extinto. Outrossim, você poderá sacar sem complicações.

Estou no meu primeiro trabalho registrado. Tenho direito ao saque?

Não, você não terá direito ao saque das contas inativas do FGTS. Essa medida só é válida para as pessoas que estão com contas inativas, dentro dos quesitos que citamos anteriormente.

Todas as contas inativas terão valores depositados?

Infelizmente, não. Às vezes, o trabalhador já fez uso dos recursos depositados, dentro da legalidade do saque do FGTS, como por exemplo, para financiamento imobiliário.

Conferi e vi que estou dentro das condições exigidas. Posso solicitar o meu saque?

Ainda não. Você deverá consultar o calendário de saques e ver quando está previsto o seu pagamento.

Calendario de Saque das Contas Inativas do FGTS - Blog do Edmar Junior

Tem um limite disponível para o saque?

Não. Segundo estimativas governamentais, a maioria dos trabalhadores possui um salário mínimo nas contas e por isso, não colocaram um teto mínimo e nem máximo.

Saquei o meu dinheiro. O que posso fazer com ele?

Segundo os especialistas, a indicação é para quitação de contas atrasadas, evitando novo endividamento mas se não tiver dívidas o investimento em um apartamento em construção pode ser uma boa forma de investir.

Se eu não tiver dívidas, deixo o dinheiro na conta ou faço um investimento?

Segundo Alexandre Cabral, que é professor de economia do Laboratório de Finanças da FIA, o FGTS acaba perdendo seus principais ativos quando aplicado a curto prazo (de até um ano). A Letra de Crédito Imobiliário é uma das favoritas, liderando a rentabilidade financeira, dando um retorno de 11,05% ao ano seria uma ótima opção.

Outra opção seria aproveitar os grandes estoques das construtoras devido a crise para comprar um apartamento novo com bom desconto.

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Quais são os horários em que as agências estão abertas para atendimento?

As agências da Caixa Econômica estão abrindo com duas horas de antecedência e, em algumas localidades, aos sábados das 9h às 15h, nas datas próximas ao saque.

Posso sacar o meu dinheiro em caixas eletrônicos?

Se você tiver um saldo de R$ 1,5 mil, você poderá sacá-lo, diretamente, do autoatendimento. Contudo, para fazê-lo é necessário ter a senha do Cartão Cidadão. Para os valores superiores a isso, além da senha será necessário, também, o próprio cartão.

Sou cliente de outro banco. A Caixa Econômica consegue transferir esse valor pra mim?

Sim, consegue! Contudo, será necessário autorizar tal procedimento na boca do caixa. A boa notícia é que o banco estatal não irá cobrar pela realização dessa operação.

O sistema não mostra todas as contas inativas. Qual é a melhor forma de eu conseguir essa informação?

Todas as contas mostradas no site feito pela Caixa mostram somente aquelas que foram contempladas na MP 763/2016. Nos demais mecanismos, como telefone, site oficial da Caixa e aplicativo você consegue extrato de todas as contas existentes.

Minha conta é inativa, mas no sistema ela consta como ativa. Como devo prosseguir?

Nesses casos de inconsistência de dados, a melhor atitude é se encaminhar para uma agência Caixa, levando os seus documentos pessoais, o comprovante de vínculo empregatício e o número de inscrição do PIS. Dessa forma, a correção será realizada e você tenha seu saldo liberado.

Eu moro no exterior. Consigo sacar o meu saldo?

Sim. Se você optar pelo recebimento em contas da Caixa, não haverá necessidade de se encaminhar até o consulado. Se você não possui sua conta nesse banco, será necessário preencher uma “Solicitação de Saque de FGTS”, levá-la ao consulado brasileiro e apresentá-la. Fora isso, também deverão ser entregues a documentação (uma cópia e a via original), que comprove tal direito. Se você não tiver conta alguma no Brasil, você ainda poderá indicar a conta de alguma pessoa de sua confiança. O recurso demora até 15 dias para ser definido.

Minha empresa não fez o recolhimento do meu FGTS. Como devo prosseguir?

De imediato, você deverá entrar em contato com a antiga empresa, solicitando a reparação. Caso não logre êxito, você poderá ir até o sindicado dos trabalhadores ou até mesmo ao Ministério do Trabalho. Segundo a Lei 8.036/90, essa competência de fiscalização e regulamentação é do Ministério do Trabalho.

Fonte: Trisul


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Imposto de Renda 2017, como declarar imóveis.

São Paulo – Operações como a compra, venda, doação e posse de imóveis devem ser declaradas no Imposto de Renda 2017.

A posse de imóveis que custem mais do que 300 mil reais, inclusive, é uma das condições que obriga o contribuinte a apresentar a declaração deste ano.

Os imóveis devem ser informados na ficha de “Bens e Direitos” do programa gerador da declaração, com o código específico do bem, de acordo com a definição que consta na escritura do imóvel. Apartamentos, por exemplo, são declarados com o código 11, enquanto casas são declaradas com o código 12 e terrenos com o código 13.

O valor declarado deve ser apenas o que contribuinte efetivamente pagou pelo imóvel até o dia 31 de dezembro de 2016, incluindo o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), se for o caso, assim como os juros do financiamento e a taxa de corretagem paga na compra do imóvel.

Portanto, o contribuinte deve declarar o imóvel sempre pelo seu valor de aquisição, sem atualizar seu preço diante de eventuais valorizações de mercado ou de acordo com a variação de índices de inflação.

Existe apenas uma exceção que permite a alteração do valor do imóvel: a realização de reformas no bem. Se forem realizadas reformas, pinturas e reparos, por exemplo, é possível acrescentar esses custos ao valor do imóvel, desde que eles possam ser comprovados.

Essas despesas devem ser informadas na declaração referente ao ano em que foram realizadas. Caso o contribuinte tenha se esquecido de declará-las no ano correspondente, elas podem ser acrescentadas na declaração daquele ano por meio de uma declaração retificadora.

No campo “Discriminação”, devem ser incluídos os seguintes dados: se o imóvel foi comprado ou doado, a data da compra ou da doação, quem foi o vendedor ou doador (com CNPJ ou CPF), se está quitado e se foi financiado. Neste último caso devem ser incluídas também as seguintes informações: em qual banco foi feito o financiamento, quantas parcelas já foram pagas e quantas restam a pagar.

Imóvel financiado em 2016

Se você financiou a compra do seu imóvel em 2016, a operação deve ser declarada na ficha de Bens e Direitos, e não na ficha de “Dívidas e Ônus Reais”.

Para isso, basta abrir a ficha e clicar em “Novo” no canto inferior direito da tela. Em seguida, selecione o código do bem e o país de localização.

No campo “Discriminação”, além de informar que a compra do imóvel foi financiada, a data da compra e quem foi o vendedor (com seu CNPJ~ou CPF), é preciso informar qual banco concedeu o crédito, além do número de parcelas já pagas e o número de prestações que resta pagar.

Como o imóvel foi comprado no ano passado, no campo “Situação em 31/12/2015” coloque “0,00”. Já no campo “Situação em 31/12/2016” coloque apenas o valor já pago pelo imóvel até a data, que seria a soma entre o valor de entrada, o valor das parcelas pagas no ano e os custos extras, como o ITBI e a corretagem pagos em 2016, bem como eventuais reformas.

Você deve declarar apenas o valor já pago e não o preço total da compra do imóvel porque a Receita está mais interessada em saber se a renda que você irá declarar é compatível com a compra do imóvel do que em saber qual o valor do bem.

Caso você informe no campo “Situação em 31/12/2016” um valor de compra do imóvel de 500 mil reais, por exemplo, sendo que você pagou apenas 150 mil reais em 2015, a Receita Federal pode achar que uma compra de 500 mil reais é incompatível com os salários que você recebeu no ano, o que pode te levar à malha fina.

Imóvel financiado que já foi declarado

Se em 2016 você continuou a pagar as parcelas do financiamento do imóvel, o valor informado deve corresponder apenas ao montante que já foi pago até o ano passado, e não o valor total do bem.

Na coluna “Situação em 31/12/2015”, portanto, informe os valores pagos até essa data e na coluna “Situação em 31/12/2016” inclua os valores pagos até 31/12/2015, somados às prestações pagas em 2016.

Enquanto o financiamento durar, esse processo deve ser repetido na declaração até que o imóvel seja quitado. Apenas quando o financiamento acabar o valor a ser declarado pelo imóvel será o total desembolsado ao longo dos anos de financiamento.

No campo discriminação, informe o valor das parcelas pagas em 2016 e das parcelas pagas até o ano anterior.

Imóvel quitado que já foi declarado

Se você já tinha um imóvel quitado antes de 2016 e já o declarava, basta repetir seu valor nas colunas “Situação em 31/12/2015” e “Situação em 31/12/2016”.

O valor informado deve ser o mesmo que consta na escritura e só pode ser alterado se for necessário acrescentar despesas realizadas com reformas no imóvel, gastos com corretagem, juros de financiamento e Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Se o imóvel já era declarado antes de 2016, mas o contribuinte só se lembrou de declarar o valor do ITBI e da corretagem agora, esses custos devem ser incluídos na declaração referente ao ano em que essas despesas aconteceram, por meio de uma declaração retificadora.

Imóvel comprado antes de 2016, mas que não foi declarado

Contribuintes que eram incluídos como dependentes ou que não eram obrigados a entregar a declaração no ano passado e passarão a fazer sua própria declaração neste ano devem informar os imóveis que já faziam parte de seu patrimônio antes de 2016.

O procedimento a ser seguido é o mesmo dos tópicos anteriores, mas, como o imóvel já fazia parte do patrimônio do contribuinte antes de 2016, a coluna “Situação em 31/12/2015” não deve ficar em branco e deve ser preenchida com os valores pagos até então ou com o valor total do imóvel, conforme o caso.

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Imóvel em nome de mais de uma pessoa e de casais unidos pelo regime de separação total de bens

Imóveis comprados por mais de uma pessoa ou por casais unidos pelo regime de separação total de bens devem ser declarados por todos os proprietários. O valor informado deve corresponder ao valor pago por cada um, correspondente à sua parte no imóvel.

Se dois irmãos compraram um imóvel em conjunto e cada um possui 50% da propriedade, por exemplo, ambos devem informar nas respectivas declarações o valor proporcional à sua posse.

Imóvel comprado por casais unidos pelo regime de comunhão parcial ou total de bens

Se o casal declara o Imposto de Renda separadamente os imóveis que são considerados bens comuns devem ser informados integralmente na declaração de um dos dois.

Na comunhão parcial, são considerados bens comuns todos aqueles bens pagos durante a união por um dos cônjuges ou por ambos. Já na comunhão total todos os bens são considerados comuns, inclusive aqueles anteriores à união.

Assim, no regime parcial (que é o regime que vigora automaticamente quando nenhum outro é definido por pacto antenupcial) mesmo que os cônjuges declarem o IR separadamente o imóvel entra em apenas uma declaração porque a Receita apura as declarações do casal como se fosse um formulário único.

No campo discriminação, basta informar que o imóvel foi comprado junto com o cônjuge.

Imóveis recebidos por doação

Quem recebeu um imóvel por doação deve informar o bem na ficha “Bens e Direitos” da declaração, descrevendo os dados pessoais do doador, como nome e CPF, no campo “Discriminação”. Para doações recebidas em 2016, o campo referente a 2015 deve ficar em branco e o campo de 2016 deve incluir o valor do imóvel.

O valor do imóvel também deve ser declarado na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, na linha “10 -Transferências Patrimoniais – Doações e Heranças”. Nos anos seguintes ao recebimento da doação a informação não deverá mais ser incluída nesta ficha: basta manter as informações incluídas na ficha “Bens e Direitos”.

Já o doador deve informar o imóvel doado na ficha de “Bens e Direitos” e os dados de quem recebeu a doação no campo “Discriminação” na declaração referente ao ano em que fez a doação. Para doações feitas em 2016, o valor que já constava no campo “Situação em 31/12/2015” deve ser mantido e o campo “Situação em 31/12/2016” deve ser deixado em branco.

O doador também deve informar a doação na ficha “Doações Efetuadas”, descrevendo o tipo de imóvel, seu valor e os dados de quem recebeu o bem doado. Nas próximas declarações, o doador já não precisará declarar nenhuma informação referente ao imóvel doado, em nenhuma das duas fichas.

Reformas e melhorias feitas no imóvel

Gastos com reformas e melhorias no imóvel podem ser adicionados ao valor do bem desde que possam ser comprovados.

As benfeitorias realizadas em 2016 devem ser incluídas no campo “Discriminação”, junto com as outras informações sobre o imóvel. A coluna de 2015 deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas, e a coluna em 2016 deve registrar o seu valor com o acréscimo do valor das reformas.

Fonte: Exame


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Qual o valor mínimo para dar de entrada em um imóvel?

Linhas de crédito para imóveis novos podem ter uma entrada de 10% do valor do imóvel. Qualquer outra linha de credito imobiliário, nas práticas atuais, gira em média de 30% de entrada. Assista ao vídeo e saiba mais:


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5 dicas para decorar com orçamento apertado

Decorar é uma arte que envolve diversos aspectos, entre eles criatividade, força de vontade, bom humor e também é claro, quantidade de dinheiro disponível a ser gasta. Muitas pessoas acham que decorar uma casa requer rios e grandes montantes de dinheiro, o que pode ser verdade em determinados casos, porém a história nem sempre é essa.

Se você possui um orçamento apertado e quer mudar a decoração da sua casa de maneira econômica e criativa esse texto foi escrito especialmente para você. Aposto que ficou curiosa (o) não é mesmo? Então confira a seguir algumas dicas de decoração para quem possui um orçamento apertado.

1 – Economizar é planejar

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Antes de começar eu sempre crio meu próprio mapa de imagens para ter uma base. Para decorar uma sala de estar por exemplo: eu checo catálogos e confiro sites com ambientes prontos, com poltronas e sofás tendência – salvo tudo para ter uma base para seguir.

Sala de Estar - Blog do Edmar Junior

2 – Mude as cores da parede

Dica extremamente valiosa e muito utilizada. Mude as cores das suas paredes, é simples fácil e o mais legal de tudo é que custa muito pouco quando comparado a outras alternativas de mudanças de decoração. Você pode mudar as cores de suas paredes utilizando basicamente tinta e rolo de pintura ou então somente cola. Isso mesmo, você leu corretamente: cola. Há quem não goste de fazer sujeira com tinta e pinceis e apelam para os famosos papeis de parede, para utilizá-los e necessário cola e paciência. Nos dois casos, muda-se totalmente a cara do cômodo gastando-se pouco.

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3 – Use decoração DIY

A decoração DIY nada mais é do que uma reforma em algo que você possui ou então a transformação de determinado objeto sem utilidade em um objeto decorativo. Você pode reformar aquela cúpula de abajur ou então a capa da almofada e até mesmo transformar aquela velha garrafa de uísque em um belo abajur ou luminária para ser colocado na sala ou no quarto. A decoração DIY é fácil, barata e divertida de ser feita.

Decoração DIY - Blog do Edmar Junior

4 – Seja minimalista

Escolher uma decoração minimalista vai custar minimamente perto de outro tipo de decoração. Esse tipo de decoração é simples, porém objetivo, sem grandes fru-frus é direta e reta.

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Um design de interior minimalista é geralmente definido por cores neutras, uso de materiais naturais, linhas limpas, com iluminação abundante e poucos objetos decorativos. Você também pode optar por colocar à mostra o que geralmente esconde, acessórios, por exemplo, fica bonito e ainda decora o ambiente.

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5 – Não decore tudo de uma vez

Em hipótese alguma tente abraçar o mundo. Ao tentar mudar a decoração de dois cômodos como cozinha e quarto ao mesmo tempo, por exemplo você certamente não dará a atenção que ambos merecem, podendo dessa forma cometer erros, gastar mais do que podia e ainda não ter o resultado que tanto esperava. Então já sabe, não é mesmo? Procure mais informações e trabalhe em um ambiente de cada vez.

Decorar sem gastar é mais fácil do que muita gente pensa. Viu só como é simples? E você tem mais alguma dica de decoração para nos dar? Deixe-as nos comentários, vamos adorar ler o que você tem a nos dizer.

Este conteúdo é uma colaboração desenvolvida por:

Bia - Blog do Edmar Junior

Bia Gonzalez: carioca, arquiteta, apaixonada por internet e blogueira do Decorafino.


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