Arquivo da categoria: FINANCIAMENTO

Financiamento pré-fixado ou pós-fixado?

Quem está procurando financiamento imobiliário já deve ter se deparado com duas expressões: pré-fixado ou pós-fixado. Isso tem a ver com a correção monetária, ou seja, independentemente do que você paga de juros para o banco o valor das prestações podem ser corrigidos ao longo do tempo ou o valor da sua prestação continua o mesmo do início até o final do seu financiamento. Assista ao vídeo e entenda um pouco mais sobre cada uma das expressões:

Fonte: Zap


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Caixa anunciou linha de R$4 bilhões para financiamento de até 85% de imóvel

Linha de crédito é para imóveis avaliados em até R$ 400 mil.
Taxas de juros efetivas variam entre 7,85% a.a e 8,85% a.a.


Por Darlan Alvarenga

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira (24) que disponibilizou R$ 4 bilhões para a linha de crédito imobiliário pró-cotista – voltada para quem tem conta ativa no FGTS e pelo menos 36 contribuições – que permite financiar até 85% do valor de imóveis de até R$ 400 mil, pelo prazo máximo de 360 meses. As taxas de juros efetivas variam entre 7,85% e 8,85% ao ano.

Caixa Financiamento Imobiliário

A nova linha pode representar um novo estímulo ao mercado de crédito, que passou a ficar mais restrito após a Caixa ter reduzido em maio de 80% para 50% o teto dos financiamentos para imóveis usados avaliados em até R$ 750 mil.

Recentemente, o Banco do Brasil anunciou que irá financiar até 90% do valor da casa própria na sua linha de financiamento pró-cotista. Apesar de fixar um teto maior que o da Caixa, a taxa de juros cobrada pelo banco é de 9% ao ano. A estimativa do BB e disponibilizar cerca de R$ 1 bilhão para novas operações.

Na linha pró-cotista os juros são mais baixos do que os cobrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos da poupança. Por outro lado, o valor dos imóveis está limitado a 400 mil, tanto novos como usados.

Segundo a Caixa, desde o início do ano, foram contratados R$ 1,35 bilhão em financiamentos dentro da linha pró-cotista. Ainda de acordo com o banco, as condições para contratos nesta modalidade não sofreram alterações.

Regras de participação
Para poder participar da modalidade de crédito pró-cotista o interessado precisa ter trabalhado 36 meses, consecutivos ou não, sob regime do FGTS. Caso o cliente não possua contrato de trabalho ativo, deve possuir saldo em conta vinculada do FGTS correspondente a, no mínimo, 10% do valor do imóvel. O cliente também não pode ser proprietário de imóvel no município onde reside ou trabalha, e nem nos municípios vizinhos e integrantes da mesma região metropolitana.

Mercado de crédito mais restrito
O novo estímulo ao mercado imobiliário acontece após o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ter aprovado novas condições e um aumento de R$ 5 bilhões no crédito disponível para a linha pró-cotista ante uma previsão anterior de apenas R$ 800 milhões este ano. Apesar da liberação de mais recursos, o valor dos imóveis que podem ser financiados pela linha foi reduzido de R$ 750 mil para R$ 400 mil.

O reforço nesta linha de crédito faz parte também do esforço do governo de evitar uma retração muito grande na oferta de crédito imobiliário depois que os saques na caderneta de poupança aumentaram e reduziram o valor disponível para os empréstimos no Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Em junho, a caderneta da poupança registrou saída líquida (retiradas menos depósitos) de R$ 6,26 bilhões – a maior para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip), entre janeiro e maio de 2015, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança somaram R$ 38,9 bilhões, o que corresponde a uma queda de 11,8% na comparação com o mesmo período de 2014.

Fonte: G1


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Condições de empréstimo e taxas de juros cobradas pelos bancos para financiamento de imóvel

Confira um resumo das novas condições de empréstimo e taxas de juros cobradas pelos bancos para financiamento de imóvel, clique na imagem para ampliar:

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Caixa modifica regras no financiamento de imóveis usados

Caixa Financiamento Imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem (27/04) mudanças no financiamento de imóveis usados. Pela nova regra, que entra em vigor no dia 4 de maio, o comprador terá que entrar com, pelo menos, metade do valor total para efetivar o negócio. O total a ser financiado será reduzido para os imóveis entre R$ 190 mil até R$ 650 mil na maioria dos estados. No Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o valor do imóvel pode chegar a R$ 750 mil. Atualmente é possível financiar até 80% do valor da casa ou apartamento, mas a partir de maio, o limite máximo passará a ser 50%. Em qualquer dessas situações, o comprador poderá utilizar o dinheiro que tem na conta do FGTS, já para casas ou apartamentos acima de R$ 750 mil, em que o FGTS não pode ser usado, o consumidor poderá financiar apenas 40% do valor do imóvel. As regras para os imóveis novos e as habitações de interesse popular, como os do programa Minha Casa, Minha Vida, permanecem as mesmas, tendo em vista que são o foco de investimento da instituição.

Fonte: CBIC


Corretor (a) de Imóveis, veja também a análise do Palestrante Guilherme Machado à respeito da notícia supracitada:


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Caixa aumenta a partir desta segunda os juros para financiar a casa própria

A Caixa Econômica Federal aumenta a partir desta segunda-feira (19) as taxas de juros do financiamento imobiliário. A alta valerá para os financiamentos tomados a partir de agora.

A Caixa informa que não serão alteradas as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS.

Organizacao de Financas - Blog do Parlare
Serão corrigidas as taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança (SBPE). De acordo com a Caixa, a mudança vai afetar quem tem renda acima de R$ 5,4 mil, que não utiliza os financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS. Atualmente, há uma série de condições para obter financiamento da casa própria com recursos do FGTS, entre elas estão renda de até R$ 5,4 mil e não possuir imóvel no mesmo nome nem no mesmo município.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos (veja na tabela).

Taxas de Juros CEF - 012015 - Blog do Parlare
Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

O dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofrerá aumento da taxa não é o do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado, mas vem do montante global depositado no banco. Já os financiamentos que são feitos com recursos da poupança sofrerão aumento nas taxas de juros. Nesse caso, o dinheiro utilizado no financiamento também não vem da conta do trabalhador, mas das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

A Caixa informou que a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que atualmente é de 11,75%.

Os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no mercado e servem como referência para os demais bancos. A Caixa é líder no segmento de financiamento imobiliário, com participação de mercado próxima de 70%.

Veja como ficam os financiamentos de imóveis de dois valores distintos com as novas taxas, segundo simulação fornecida pelo instituto Dsop ao G1.

Simulacao - 012015 - Blog do Parlare

Taxa média cobrada por bancos está acima de 9%
A taxa média de juros para financiamento imobiliário cobrada pelos bancos privados e públicos no país está acima 9%, segundo último relatório do Banco Central sobre operações de crédito.

Segundo o BC, a média ficou em 9,23% ao ano, em novembro de 2014, ante taxa média de 8,84% registrada no mesmo mês de 2013.

As taxas médias informadas pelos bancos podem ser consultadas na página do Banco Central.

Confira a seguir as taxas de juros pós-fixados cobradas pelos bancos em novembro:

Dentro do SFH, com taxas reguladas corrigidas pela TR (pós-fixada)
Banco do Brasil  – 6,1% ao ano
Caixa Econômica Federal – 7,32% ao ano
Banco de Brasília – 7,89% ao ano
Citibank – 8,13% ao ano
Banco Banestes – 8,27% ano
HSBC –  8,7% ao ano
Bradesco – 8,71% ao ano
APE Popex – 8,81% ao ano
Banco do Estado do Rio Grande do Sul – 8,84% ao ano
Santander – 8,89% ao ano

Dentro do SFH, com taxas reguladas pré-fixadas
Caixa Econômica Federal – 11,48%
Banco do Brasil – 12,1%
Santander – 12,31%

Publicado originalmente no G1

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Guia de Financiamento | Gafisa

Olha só que bacana, a Gafisa ajuda você em todas as etapas, da compra à entrega do seu imóvel. No vídeo abaixo, em específico, o mascote Gafisito ajudará você a realizar o financiamento bancário, um dos passos fundamentais para a retirada das chaves.

Saiba quais os agentes envolvidos durante todo o processo de financiamento, os documentos necessários e conheça o papel da assessoria. Preparando-se com antecedência o seu financiamento vai andar muito mais rápido.

Fonte: MarketingImob.com | Gafisa

Caso tenha interesse em conhecer empreendimentos da Gafisa intermediados pela Lopes, fale com Parlare.

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CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM RECURSOS DA POUPANÇA CRESCERÁ ATÉ 20% EM 2014

O financiamento imobiliário com recursos da poupança crescerá de 15% a 20% em 2014, afirma o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior.

Credito Imobiliario - Blog do Parlare

“A projeção conservadora da Abecip é que o crescimento será de 15%, mas acredito que a expansão poderá avançar até 20%”, disse Lazari. Ele acrescentou que 2014 tende a “ser um ano bastante especial e positivo para todos do setor imobiliário”.

Lançamentos

Para este ano, o presidente da Even Construtora e Incorporadora, Carlos Eduardo Terepins, projeta recorde de lançamentos em São Paulo, por conta do grande volume esperado para o quarto trimestre.

“Tenho a impressão de que vamos bater o recorde no ano, mas com redução da velocidade de vendas, devido ao grande volume de lançamentos no final”, disse Terepins.

No acumulado de nove meses, o volume de lançamentos do mercado em São Paulo foi “sensivelmente superior” ao do mesmo período de 2012, segundo Terepins, com expansão das vendas de praticamente 50%.

Ele defendeu que as incorporadoras, não só as de capital aberto, precisam ter foco em gestão, em controle e nos clientes.

Terepins afirmou também que os proprietários de terrenos em São Paulo já estão “subindo, expressivamente”, os preços devido ao novo plano diretor do município.

Post originalmente publicado no Valor Econômico.